Quanto mundo, o tempo: um livro e seus asterismos

Joana Matos Matos Frias

Resumo


A partir de uma leitura histórico-crítica do poema “Port-Bou, 26-27 de Setembro de 1940”, do livro Teatros do Tempo (2001), este ensaio procura reflectir sobre as modalidades da temporalidade específica da poesia de Manuel Gusmão, visando estabelecer um vínculo dialéctico entre essas modalidades tal como se manifestam na obra em estudo e a teoria do tempo e da história proposta pelo próprio Autor enquanto crítico.

Palavras-chave


poesia; tempo; História; Benjamin; ruína

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DOI: http://dx.doi.org/10.17851/2359-0076.35.53.41-59

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Revista do Centro de Estudos Portugueses
ISSN 1676-515X (impressa) / ISSN 2359-0076 (eletrônica)

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