Imaginar o inimaginável: o testemunho reinventado pelas fotografias em Maus, de Art Spiegelman

Carolina Sieja Bertin

Resumo


Ao longo da produção de Maus, seu autor, Art Spiegelman, afirma em Metamaus que, além do testemunho de seu pai, as fotografias foram base intrínseca para que pudesse visualizar de forma independente o genocídio pelo qual seus familiares passaram. Este artigo analisa a maneira como Spiegelman reconstrói a Shoah, tornando-se ativo na criação de novos paradigmas para a retransmissão do evento, sem deixar de lado as bases historiográficas.


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DOI: http://dx.doi.org/10.17851/1982-3053.13.24.3-18

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© Copyright 2007 Arquivo Maaravi: Revista Digital de Estudos Judaicos da UFMG - ISSN: 1982-3053.

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