Bullying e semiótica: um estudo dos estados de alma dos sujeitos

Marisa Ferreira Aderaldo

Resumo


Neste artigo, a análise se fundamenta no nível narrativo do percurso da produção de sentido e explora o conceito de paixão (LARA e MATTE, 2009) para formular a hipótese de que o agente do bullying pode ser identificado por um perfil patêmico, cuja satisfação ou realização tem como meta estimular a abulia ou ausência de um querer no outro; neste caso, o bulizado. O trabalho analisa uma ocorrência verídica de bullying contra uma pessoa com deficiência visual e aponta para paixões como malevolência, em relação ao bulizador (ou bulidor), e decepção, frustração e resignação, em relação ao bulizado (ou bulido), paixões que são identificadas, intradiscursivamente, nesta reflexão que problematiza o tema do (des)empoderamento da pessoa com deficiência e o bullying.


Palavras-chave


Bullying. Semiótica Francesa. Paixão. Malevolência. Resignação.

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DOI: http://dx.doi.org/10.17851/1983-3652.5.1.34-43

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Texto Livre: Linguagem e Tecnologia
ISSN 1983-3652 (eletrônica)

Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais

Belo Horizonte - Minas Gerais (Brasil)

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