Manuel Gusmão: Inédito e Disperso

Manaíra Aires Athayde

Resumo


“Elogio da terceira coisa” não se insere neste dossiê somente como um poema inédito que Manuel Gusmão disponibilizou para o volume. O autor, ao nos conceder três manuscritos, permite-nos estar diante do processo de gênese de sua composição. O nosso intuito é investigar o percurso do poeta até chegar à versão final do poema. Já no caso de “Hoje, num poema de HH”, compararemos uma versão publicada anteriormente e a versão disponibilizada para este dossiê, tentando perceber alguns possíveis diálogos com Guimarães Rosa e Herberto Helder.


Palavras-chave


Manuel Gusmão; poemas inéditos; manuscritos;gênese poética

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DOI: http://dx.doi.org/10.17851/2359-0076.35.53.131-143

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Revista do Centro de Estudos Portugueses
ISSN 1676-515X (impressa) / ISSN 2359-0076 (eletrônica)

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